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MUDANÇAS




A saturação do olhar critico foi a alavanca para a mudança. Corporeamente. A do sentir há muito se havía deslocado para uma caverna, amachucada pelo escuro do subconsciente anestesiado pela rotina e pelo comezinho redutor do ser humano. Romper amarras, diría o homem do mar, mas as minhas rasgadas pelo peso e força da embarcação arrastaram a âncora para um fundo lodoso que não prendía. A minha casa nova, independente, eu senhor de mim no comando da minha vida não tinha mão na minha insegurança e constante angústia da pergunta: De que devo eu lembrar que não recordo? Ao arrumar caixas no meu novo castelo achei as velhas poesias da adolescência e tudo se aquietou a meu redor.

4 memórias:

Marina disse...

ah! o equilibrio de novo!
isso é bom

da venezia disse...

:)

Baila sem peso disse...

...e nas mudanças descobriram-se poesias...
...e que beleza nas memórias que decerto foram doces simpatias...
...hoje um sorriso, por essas alegrias!

jardinsdeLaura disse...

Quem quer que sejas(?!)gostei mto deste teu texto! despertou-me velhas lembranças... sofridas! Quantas vezes ao "regressar" à casa "mãe", depois de anos passados longe, senti isso mesmo!
"Quão contrário a si esse velho amor"...
Como esse regresso nos podia tranquilizar ao reconhecermos as velhas "amarras" para logo de seguida nos empurrar para novos e ainda mais desejados "voos"!
Voltarei mais vezes!